Brasil poupa Cielo e fica fora da final do revezamento 4 x 100 m livre
Do UOL, em São Paulo
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Satiro Sodré/Agif
Bruno Fratus salta na piscina depois de Nicolas Oliveira abrir o revezamento 4 x 100 m livre do Brasil
Com Cesar Cielo poupado, o quarteto formado por Nicolas Oliveira, Bruno Fratus, Nicholas Santos e Marcelo Chierighini completou o revezamento 4 x 100 m em 3min16s14 nas eliminatórias deste domingo e ficou em nono lugar. O resultado não foi suficiente para conseguir a classificação para a final da prova.
Apenas os oito primeiro avançaram para a disputa da medalha, que acontece às 17 horas (de Brasília) deste domingo. A equipe brasileira optou por poupar Cielo como uma opção estratégica, a fim de não desgastá-lo nas provas em que tem chances reais de medalha. O campeão olímpico entra na piscina na terça-feira, para a prova individual dos 100 m livre.
O revezamento brasileiro ficou apenas em quarto lugar na sua bateria, atrás de Itália, África do Sul e França. A segunda série teve os melhores tempos, com a Austrália superando os Estados Unidos para se classificar em primeiro lugar com 3min12s29.
Os oito times que se classificaram à final, na ordem, foram Austrália, Estados Unidos, Rússia, França, Alemanha, Bélgica, África do Sul e Itália.
Nicolas Oliveira abriu o revezamento e logo colocou o Brasil em quarto lugar. Bruno Fratus foi o segundo a nadar e chegou a brigar pelo terceiro posto, mas Nicholas Santos virou apenas em 49s68 e derrubou o time para sexto. Mas Chierighini fez uma boa última parcial, com 48s17, e fez o Brasil terminar em quarto.
Mas o tempo não foi suficiente para entrar nos oito primeiros que se classificaram à final. O Brasil só conseguiu ficar à frente de Canadá, Reino Unido, Venezuela, China, Sérvia e Hungria.
O Brasil está classificado na lista de entrada em 9º lugar pelo tempo feito no Mundial de Xangai 2011, que foi ainda pior: 3m16s28. Durante a conquista do ouro no Pan de Guadalajara, o revezamento brasileiro fez melhor: 3min14s65.
comentários 1
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PsicologiaDoEsporte
12 anos atrás
O Brasil fez certo. Esse revezamento dificilmente conseguiria uma medalha. Com essa decisão, o Cielo foi poupado e um outro nadador teve a chance de nadar uma Olimpíada, algo muito importante para qualquer atleta.
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