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EUA fazem campanha inferior a de 2013, mas são 1º na natação no Mundial

EFE/EPA/VALDRIN XHEMAJ
Nadadores americanos posam com a taça de campeão do Mundial de Kazan imagem: EFE/EPA/VALDRIN XHEMAJ

Guilherme Costa

Do UOL, em Kazan (RUS)

Maior potência olímpica, os Estados Unidos confirmaram o favoritismo e terminaram na primeira colocação do quadro de medalhas do Mundial de Kazan (RUS), encerrado neste domingo, considerando apenas a natação. A campanha, porém, ficou aquém da registrada há dois anos em Barcelona (ESP).

Na Rússia, a delegação americana conquistou 23 medalhas, a última delas um ouro no revezamento 4x100m medley masculino. Foram seis pódios a menos do que em 2013. Naquela ocasião, foram 28.

Os americanos registraram uma queda significativa no número de ouros. Em Kazan, os atletas americanos foram oito vezes ao lugar mais alto do pódio. Em Barcelona, 13 títulos foram conquistados, além de oito pratas e oito bronzes.

Na Rússia, os Estados Unidos levaram ainda dez medalhas de prata e cinco de bronze.

Sem Michael Phelps, suspenso pela USA Swimming (federação americana de natação) por ter sido pego dirigindo embriagado no ano passado, o grande nome dos Estados Unidos foi Katie Ledecky, que terminou a competição com cinco medalhas de ouro e dois recordes mundiais. Ela acabou eleita a melhor nadadora da competição.

A segunda posição no quadro de medalhas levando em consideração apenas as provas de natação ficou com a Austrália. O país da Oceania totalizou 16 pódios. Foram sete ouros, três pratas e seis bronzes.

Na piscina, o Brasil terminou com quatro medalhas, sendo três de prata e uma de bronze. Isso deu ao país o 14º lugar.

Mas se terminaram na ponta nas provas de natação, os Estados Unidos não conseguiram manter a hegemonia no Mundial de Esportes Aquáticos, considerando todas as modalidades (polo aquático, nado sincronizado, maratona aquática e saltos ornamentais). Pela primeira vez desde 2001, o país não terminou na ponta. Foi segundo, com 33 medelhas (13 ouros, 14 pratas e seis bronzes).

O título ficou com a China, que teve 35 medalhas (15 ouros, dez pratas e três bronzes).

O Brasil terminou no 13º posto, com sete medalhas: um ouro, quatro pratas e dois bronzes.

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