Vôlei

Serginho admite frio na barriga com possibilidade de ser porta-bandeira

Flávio Florido/UOL
Serginho foi prata em Londres imagem: Flávio Florido/UOL

Leandro Carneiro

Do UOL, em Saquarema

Dono de três medalhas olímpicas, uma de ouro e duas de pratas, campeão mundial e até eleito melhor jogador do mundo em 2009. O currículo de Serginho fala pelo líbero. Mas, aos 40 anos, ele ainda admite frio na barriga quando o assunto é esporte. Mais precisamente, com a possibilidade de ser porta-bandeira do Brasil no desfile da cerimônia de abertura da Olimpíada do Rio de Janeiro.

Serginho concorre ao posto de porta-bandeira do Brasil com Robert Scheidt e Yane Marques em uma votação popular. O anúncio do vencedor acontecerá no próximo domingo. Apesar de não pensar no medo, Serginho admite que irá se emocionar na cerimônia de abertura, independentemente se for o porta-bandeira.

“Não tem como não me emocionar. Só de estar desfilando já é uma grande emoção e se eu for porta-bandeira nem se fala”, afirmou.

O líbero, que chegou a se aposentar da seleção, mas voltou no meio do atual ciclo olímpico, disse estar muito honrado por fazer parte da Rio-2016. “Eu fico muito agradecido e honrado com essa oportunidade. Em relação a merecimento, acredito que sempre me dediquei e fiz o meu melhor".

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