Por meio de nota oficial, Kaká desmentiu as declarações do primeiro-ministro Itália e ex-presidente do Milan, Silvio Berlusconi. Em evento realizado na última quarta-feira, o 'todo-poderoso' do clube italiano afirmou que o meia não iria aos Jogos de Pequim por escolha própria.
"O veto partiu oficialmente do AC Milan, na figura de seu presidente em exercício Adriano Galiani e publicado no site oficial da equipe", diz a nota.
Kaká afirma ainda que, em nenhum momento, conversou com Berlusconi sobre assuntos relacionados ao futebol e sempre respeitou as decisões do atual mandatário do clube.
Segundo publicou o jornal
O Globo, Berlusconi afirmou a jornalistas brasileiros durante evento no Japão que Kaká estava cansado e, por isso, não estava disposto a disputar o torneio olímpico.
Kaká estava nos planos de Dunga para fazer parte do grupo de três jogadores com mais de 23 anos na equipe que vai a Pequim. O meia acabou fora da lista anunciada na última segunda-feira porque o Milan não teria aceitado liberar o atleta para os Jogos.
A CBF chegou a informar ao
UOL Esporte, por meio de sua assessoria de imprensa, que entrou em contato com o clube italiano para ter Kaká nos Jogos. Em vão